Empresários do transporte público em BH aceitaram, nesta quinta-feira (12), a proposta do Grupo de Trabalho da Mobilidade Urbana da capital mineira e fecharam acordo para receber subsídio milionário que busca melhorias para o setor na cidade. A reunião foi a oitava a ser realizada entre as partes.
Antes de o acordo ser fechado, a CMBH (Câmara Municipal de Belo Horizonte) ofereceu acréscimo de R$ 30 milhões aos R$ 44 milhões anunciados anteriormente como contra-proposta ao Setra-BH (Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belo Horizonte). Com os R$ 163,5 milhões oferecidos pela PBH, o valor final do montante previsto para o subsídio chega a R$ 237,5 milhões.
O vereador Gabriel Azevedo (sem partido) explica que o acréscimo de R$ 30 milhões ao valor oferecido pela CMBH tem como condição que as tarifas dos ônibus não sofram reajuste em dezembro. Outro ponto levantando com a contra-proposta é a criação de um aplicativo de mobilidade urbana. A ferramenta deve ter como objetivo modernizar o pagamento das passagens e evitar que os usuários paguem em dinheiro.
Além de Gabriel Azevedo, fazem parte do Grupo de Trabalho da Mobilidade Urbana a presidente da CMBH (Câmara Municipal de Belo Horizonte), Nely Aquino (Podemos), a vereadora Fernanda Pereira Altoé (Novo) e o vereador Pedro Patrus (PT). Por parte da PBH participaram da reunião o secretário de Política Urbana, Antônio Fleury, André Dantas, superintendente da Sumob (Superintendência de Mobilidade do Município de Belo Horizonte), Caio Peroba, subprocurador, e Diego Prosdocimi, presidente da BHTrans.


















