O Me Beija Que Eu Sou Pagodeiro desfila neste domingo na Avenida João Pinheiro, no centro de Belo Horizonte. O bloco, que nasceu no Gutierrez, em 2014, e que tradicionalmente integrava a agenda de pré-Carnaval, leva o pagode dos anos de 1990 para as ruas da capital mineira.
Em 2025, o trajeto do trio conta ainda com uma parada para um roda de samba especial. O bloco abriu com uma roda de pagode, do jeito clássico. Ao som de grandes nomes do gênero, como grupos como Raça Negra, Katinguelê, Só Pra Contrariar e Art Popular, o coletivo mistura axé, salsa, maracatu, frevo e pagode baiano.
Matheus Brant, fundador do bloco, comenta sobre a mudança da data e do local “Importante dizer que seguiremos preservando tudo o mais que caracteriza o Me Beija, principalmente, a diversidade de público que, aliás, ao longo desses anos, foi o que mais incomodou alguns poucos moradores do Gutierrez que acham “feio o que não é espelho” e nunca assimilaram a pluralidade própria do carnaval de rua”.
O bloco sempre abre com uma roda de pagode, do jeito clássico. Este ano tem novidades, o trajeto do trio ainda contará com uma parada para um roda de samba especial. No momento, a banda e a bateria dão espaço para um encontro conduzido por Fran Januário, com participações de Álvaro Ferr, Manu Dias, Bahia, Gisele Couto, Ronaldo Coisa Nossa, Dona Elisa e Matheus Brant.
Para adicionar ainda mais energia, desde 2017, o bloco ainda conta com ala de dança composta pelos artistas do Favelinha Dance, projeto realizado pelo coletivo Lá da Favelinha, comandado por Kdu dos Anjos.












