Infláveis, letreiros luminosos, projeções em prédios (e até na água) tomam conta do Hipercentro de BH até este domingo (28) como parte da 5ª edição da Festa da Luz. Neste sábado (27), o circuito continua das 18h às 23h e inclui programação musical com o Bloco Swing Safado, além de atividades de formação. Veja detalhes abaixo.
Com o tema ‘O Brasil é América Latina’, o festival reúne 12 instalações espalhadas pelo circuito, uma mostra latino-americana de videomapping, o palco Rádio Améfrica, o projeto MUMA – Música e Mapping, performances itinerantes, além de uma programação de encontros e oficinas no Espaço Cemig, que patrocina o evento.
De acordo com Juliana Flores, diretora artística, a Festa da Luz 2026 propõe um olhar latino-americano sobre arte e luz, transformando o espaço urbano com instalações, intervenções e experiências. O festival, segundo ela, “coloca nosso estado e nossa cidade como territórios latino-americanos vivos, produtores de cultura, linguagem e imaginário contemporâneo. Não se trata de representar a América Latina nem de explicá-la. Trata-se de olhar desde aqui”, afirmou.
Veja fotos das obras:
Veja a programação neste sábado (27):
Palco MUMA – MÚSICA & MAPPING
Local: Praça da Estação / Museu de Artes e Ofícios
- Tamara Franklin + VJ Bug — 18h10
- Célia Sampaio + VJ Flora — 19h30
- Bloco Swing Safado + VJ Bah — 20h50
SOUNDSYSTEM – RÁDIO AMÉFRICA
Local: embaixo do Viaduto Santa Tereza
Horário: 19h a 22h
- Afrosessions
- DJ Capone
- GLAU
Curadoria: Jeiza Fernandes
ATIVIDADES DE FORMAÇÃO – RODA DE CONVERSA
Local: Espaço CEMIG — Rua Aarão Reis, 554
Horário: 19h a 20h30
- Tema: Despacito, Algoritmo: experiência artística na era dos algoritmos
- Com: Lilian Farrish, Rachel Cecilia e Flaviana Lasan
O que é a Festa da Luz?
A Festa da Luz é um festival de arte urbana que transforma o hipercentro de Belo Horizonte em um grande circuito de instalações luminosas, projeções, música e intervenções visuais. Criado em 2021, o evento ocupa ruas, prédios históricos, viadutos e espaços públicos com obras que misturam tecnologia, arquitetura e audiovisual.
Ao longo das edições, a Festa da Luz se consolidou como uma das principais ocupações culturais da capital mineira, reunindo videomappings em fachadas de edifícios, performances, DJs, shows e instalações imersivas espalhadas pelo centro da cidade. Lugares como o Viaduto Santa Tereza, a rua Sapucaí e os edifícios Sulacap e Sulamérica costumam virar palco para as obras e projeções do festival.
Além da proposta visual, o evento também tem como marca a ocupação do espaço urbano e o diálogo com temas ligados à cidade, cultura e memória. Cada edição costuma trabalhar um conceito diferente, conectando arte contemporânea, culturas urbanas e experiências sensoriais em uma programação gratuita e aberta ao público.













