A Polícia Militar investiga se um desentendimento ocorrido em um bar dias antes do crime pode ter motivado a morte de um gerente de posto, de 25 anos, assassinado a tiros na tarde da última quarta-feira (6), em Belo Horizonte.
O homicídio aconteceu por volta das 14h50, na rua Outono, esquina com a rua Piuí, no bairro Carmo, região Centro-Sul da capital.
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Segundo o boletim de ocorrência, a vítima estava no estabelecimento onde trabalhava negociando a compra de um veículo com o irmão, que havia levado o carro ao local. Conforme o relato, o gerente já estava com a chave do automóvel quando dois homens chegaram em uma motocicleta escura, possivelmente uma Honda Sahara.
Ainda de acordo com testemunhas, o passageiro da moto desceu, se aproximou da vítima e efetuou diversos disparos de arma de fogo. O homem caiu no interior do estabelecimento. Após os tiros, o suspeito voltou para a motocicleta e fugiu na garupa junto ao comparsa pela contramão da rua Piuí.
O irmão da vítima informou aos militares que o gerente teria se envolvido em um desentendimento durante a madrugada do dia 27 de abril, em um estabelecimento chamado Cocobongo. Segundo a PM, a ocorrência pode ter relação com a motivação do crime. Outras testemunhas confirmaram a informação.
Durante os levantamentos, equipes do serviço de inteligência identificaram a placa da motocicleta usada na ação. No entanto, os policiais constataram que o veículo era clonado. A moto original estava registrada no município de Itatiaiuçu e não tinha ligação com o caso.
Furto
De acordo com a PM, logo após o crime, um funcionário do estabelecimento se aproximou da vítima, que ainda apresentava sinais vitais, e pegou o aparelho celular dela.
Segundo a PM, testemunhas apontaram o homem como responsável pela subtração do telefone. Ele foi localizado e abordado por equipes do GEPAR na rua Bentivi. Durante a ocorrência, os militares encontraram o aparelho celular na residência do suspeito, no quarto dele.
O homem alegou aos policiais que havia recolhido o telefone para proteger o bem da vítima e que pretendia devolver o aparelho posteriormente aos familiares. Ele foi encaminhado para a delegacia de plantão para as providências cabíveis.











