A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) iniciou as comemorações do centenário com a exposição “UFMG centenária: um século em pessoas”, localizada no hall principal do prédio da Reitoria, no campus Pampulha, em Belo Horizonte.
O projeto é de curadoria de Carlos Magno Mendonça, Dawisson Belém Lopes e Flávio de Almeida e apresenta 100 trajetórias que dão rosto à história da Universidade. As personalidades presentes foram escolhidas por meio de uma pesquisa em documentos oficiai e trabalhos acadêmicos que relacionavam a história e trajetória da Universidade junto à cidade, ao país e ao mundo.
“É uma tentativa de mostrar como a UFMG é diversa, plural e como é rica a nossa trajetória acadêmica e universitária”, diz, em entrevista ao BHAZ, o professor Carlos Magno.
A exposição reúne nomes como o da escritora Alaíde Lisboa, que foi professora da antiga Faculdade de Filosofia e vice-diretora da Faculdade de Educação; Mietta Santiago, sufragista que cursou Direito na UFMG e questionou judicialmente, em 1928, a proibição do voto feminino, tornando-se eleitora e candidata a deputada federal; e o ex-prefeito de Belo Horizonte Célio de Castro, graduado e ex-professor da Faculdade de Medicina.
Em 2027 a UFMG completa 100 anos e conta com um programação extensa ao longo de todo o ano. O projeto ocupará, não só o campus Pampulha, mas diversos espaços da capital. “A face da UFMG vai para as ruas de BH, muita coisa boa virá e a partir de janeiro, uma programação intensa ocupa toda a cidade”, celebra Carlos.













