Sete detentos fugiram do Centro de Remanejamento do Sistema Prisional (Ceresp) Gameleira, na região Oeste de Belo Horizonte, durante a madrugada desta segunda-feira (27). De acordo com a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), três deles já foram localizados e recapturados.
A fuga foi registrada por volta das 2h. Segundo o Departamento Penitenciário de Minas Gerais (Depen-MG), os presos conseguiram escapar após abrirem um buraco na cela e, em seguida, pular o muro dos fundos da unidade prisional.
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Três dos sete presos já foram recapturados. Os quatro que ainda estão foragidos são: Luiz Fernando Freitas Pereira, de 20 anos, admitido na unidade no começo de julho deste ano; Saymon Patric Gomes Alves, de 23 anos, Bruno Gustavo Gomes da Paixão, de 33 anos, e Leonardo da Silva, de 24 anos, todos com entrada registrada em abril deste ano. Além disso, todos os fugitivos já tinham algumas passagens pelo sistema prisional.
As forças de segurança continuam as buscas para localizar e prender os quatro foragidos. As diligências seguem de forma ininterrupta, segundo a Sejusp.
A pasta informou ainda que foi instaurado um procedimento interno para apurar como ocorreu a fuga e verificar as circunstâncias que permitiram a evasão dos detentos.
Ceresp Gameleira já registrou fuga de presos que saíram pela porta da frente
A fuga de presos registrado na madrugada desta segunda-feira é a primeira desde que um outro caso caso foi registrado, em dezembro de 2025, quando quatro detentos foram soltos indevidamente do Ceresp Gameleira, em Belo Horizonte, com o uso de alvarás de soltura gerados de forma fraudulenta.
Segundo o vice-governador Mateus Simões (PSD), os quatro detentos utilizaram um método sofisticado de fraude para deixar a unidade prisional. Diferente de fugas convencionais, eles saíram pela porta da frente, expedindo alvarás de soltura verdadeiros, mas gerados de forma fraudulenta por meio do sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Na época, o CNJ negou que que o sistema tenha sido invadido. Segundo o órgão, os alvarás de soltura foram gerados com o uso de credenciais legítimas de acesso, obtidas de forma ilícita.









