O rapper Filipe Ret é alvo de uma operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro, que investiga uma suposta distribuição gratuita de baseados de maconha em uma festa há cerca de um mês. O artista foi encontrado em Angra dos Reis (RJ), em um resort de luxo, na manhã de hoje (19). O celular do cantor e quantidade não informada de maconha foram apreendidos.
De acordo com o g1, agentes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE-RJ) se deslocaram hoje cedo para cumprir cinco mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao rapper. Em um estúdio em um prédio no Flamengo, a polícia apreendeu maconha e material para fazer baseados com a erva. A quantidade da apreensão não foi informada pela polícia.
O local no Flamengo precisou ser aberto por um chaveiro, já que estava vazio. Os agentes já tinham a informação que Ret estava em Angra dos Reis, região da Costa Verde fluminense.
O Vivo Rio foi outro local alvo das buscas. Segundo a investigação, a administração da casa de shows se negou a fornecer, em sua totalidade, as imagens da chamada festa “Open Beck” do rapper.
O artista ainda não se manifestou sobre o assunto. A última publicação dele nas redes sociais é em alusão a maconha. “Tudo parece melhor chapado”, escreveu o cantor às 16h35 de ontem, pelo Twitter.
‘Open beck’
As imagens da festa de Filipe Ret com o balde de cigarros de maconha viralizou nas redes sociais no fim de junho. Internautas apelidaram o evento de “open beck”, em referência às festas “open bar”, quando a bebida alcoólica é distribuída livremente.
Na legenda da postagem, o rapper escreveu “RetKush no balde”, em referência a um tipo de maconha. “Levei uns 10 desse pra casa”, comentou Felp, do grupo Cacife Clandestino. “Rodízio de baseado”, escreveu o artista PK Delas.










