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Nenhuma criança ou adolescente morreu por efeitos da vacina contra Covid, diz Ministério da Saúde

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vacinação infantil

Dados do Ministério da Saúde mostram que nenhuma criança ou adolescente morreu por efeito adverso da vacina contra Covid-19. O boletim epidemiológico especial, divulgado nessa terça (26), considera o início da vacinação como ponto de partida. 38 casos estiveram temporariamente relacionados ao imunizante, mas as hipóteses foram descartadas.

Desde o início da imunização e até este ano, a Saúde recebeu notificação de 3.463 casos de eventos adversos pós-vacina em pessoas abaixo de 18 anos. Isto é, qualquer ocorrência médica indesejada após a vacinação que, não necessariamente, é causada pela aplicação da dose.

Deste número, 3.044 (87,9%) foram eventos sem gravidade e 419 graves, sendo que 38 resultaram em morte (1,1%). Segundo a investigação, a média de idade das mortes informadas foi de 13 anos, na mesma proporção entre os sexos. O intervalo entre a vacinação e o início do evento adverso teve média de 30 dias após a aplicação.

O documento ainda informa que, do total de mortes, 23 foram causadas por “reações coincidentes ou inconsistentes”, enquanto 13 foram inclassificados devido à falta de informações. Por fim, outros dois tiveram dados conflitantes em relação à causalidade. O início da vacinação contra a Covid-19 para crianças começou em janeiro deste ano.

“Até o momento, não há registro de EAPV com desfecho óbito na faixa etária de cinco a menores de 18 anos com relação causal com as vacinas utilizadas confirmada”, informa o Ministério da Saúde.

Nicole Vasques

Jornalista formada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), escreve para o BHAZ desde 2021. Participou de reportagem premiada pela CDL/BH em 2022.

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