Asafe Alcântara, coordenador de mídias digitais e repórter do BHAZ, recebeu nesta terça-feira (21) a Medalha da Inconfidência 2026, honraria concedida pelo Governo de Minas Gerais a personalidades e instituições que contribuíram para o desenvolvimento do estado e do país. A cerimônia ocorreu em Ouro Preto, na região Central de Minas. Além dele, outras 170 pessoas receberam a homenagem.
Asafe, que também é repórter e apresentador da TV Record Minas, contou que, durante os 15 anos de carreira, cobriu, por diversas vezes, a entrega da honraria e, nem nos maiores sonhos, imaginou que iria recebê-la.
Veja também
“Pela minha história, de onde eu vim e como fui criado, com todo o amor, simplicidade e valores dos meus pais, esse momento ganha um significado ainda maior. A Medalha da Inconfidência representa muito mais do que um reconhecimento individual. Ela simboliza um trabalho que, hoje, considero essencial para a sociedade”, disse ao BHAZ.
O jornalista ainda comentou sobre a importância do trabalho que realiza no quadro Bairro a Bairro, do programa Balanço Geral, da Record Minas. “Famílias em situação de vulnerabilidade, pessoas que enfrentam dificuldades e que encontram, ali, um espaço para serem ouvidas. E tudo isso com leveza, com respeito e com o compromisso de fazer a diferença. É, sem dúvida, o trabalho que mais tenho prazer em executar”, explicou.
“Essa homenagem não é só minha. É de todos que confiam, participam e acreditam nesse propósito”, finalizou.
Asafe atua como repórter e coordenador de mídias digitais no BHAZ desde setembro de 2021. Em janeiro de 2023, ele passou a conciliar as funções de repórter e apresentador da Record Minas. Graduado pela UNI-BH, o jornalista tem passagens por diferentes redações de veículos de comunicação, como RedeTV! BH, TV Band Minas, TV Alterosa, TV Anhanguera (afiliada Globo GO), TV Justiça e CNN Brasil.
A Medalha da Inconfidência tem quatro designações: Grande Medalha; Medalha de Honra; Medalha da Inconfidência; e Grande Colar, que é concedido a chefes de Estado, chefes de governo e chefes dos demais Poderes da União.
Neste ano, o principal homenageado na cerimônia foi o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, que recebeu das mãos do governador Mateus Simões o Grande Colar da Inconfidência.
Outros homenageados
Entre as personalidades que receberam a Grande Medalha estão a atriz Débora Falabella, os cantores Paula Fernandes e César Menotti, além de Hulk (Genivaldo Viera de Souza), jogador do Galo, e os escritores Márcio Borges e Fabrício Carpinejar.
Também foram homenageados, in memoriam, o cantor Lô Borges, que morreu aos 73 anos, em novembro de 2025, e o influenciador Henrique Maderite, morto aos 50 anos, em fevereiro deste ano. As honrarias foram entregues ao irmão mais novo de Lô, Yé Borges, e à esposa de Maderite, Fernanda Maciel.

Já 57 personalidades receberam Medalha de Honra. Entre elas estão a secretária da Secult- MG, Bárbara Barros Botega, Fábia Pereira Lima, Diretora de Comunicação da UFMG, a atriz Grace Passô e o presidente da Rede Mater Dei de Saúde, José Henrique Dias Salvador.
Por fim, 70 pessoas e instituições receberam a Medalha da Inconfidência. Além do repórter e apresentador Asafe Alcântara, foram homenageados Marcelo Oliva Galizzi, Delegado de Polícia Civil, Bárbara Malveira Orfanò, Diretora Adjunta de Relações Internacionais da UFMG, Max do Val Machado, Diretor do Instituto de Ciências Exatas e Informática da PUC Minas. (Veja a lista com os demais homenageados)
Rito tradicional
A solenidade da Medalha da Inconfidência é marcada por dois momentos distintos em Ouro Preto. O primeiro é a cerimônia militar, realizada na Praça Tiradentes, com a participação dos Dragões da Inconfidência, hasteamento da bandeira, colocação de flores no monumento ao mártir e salva de 21 tiros.
Em seguida, ocorre a entrega das medalhas no Centro de Artes e Convenções da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop).
A data reforça valores históricos de Minas Gerais, como a defesa da liberdade e da construção democrática. Também rememora o papel de Ouro Preto como antiga capital do estado, função exercida entre 1823 e 1897, reforçada simbolicamente com a transferência da capital durante a celebração.











