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Mulher que fazia comércio ilegal em MG tem R$ 300 mil em roupas retidos no Aeroporto de Confins

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Mulher teve roupas compradas para comércio apreendidas no Aeroporto de Confins (Divulgação/Receita Federal)

A Receita Federal e a Polícia Militar apreenderam mais de R$ 300 mil em peças de vestuário hoje (12), no Aeroporto de Confins. Os itens eram de uma empresária de Montes Claros, região Norte de Minas Gerais, que os comercializava ilegalmente.

Segundo nota da Delegacia da Receita Federal em Montes Claros, a mulher, que é considerada influencer, viajava com acompanhada de terceiros com frequência ao exterior e trazia roupas, principalmente infantis, bolsas e outros itens.

A suposta empresária simulava que esses artigos eram para uso ou consumo pessoal dos viajantes, dessa forma, os produtos estariam dentro das cotas de compras no exterior e ela não pagava os impostos da importação.

De acordo com a Receita Federal, a mulher vendia tais mercadorias nas redes sociais, em um site e em uma loja física em Montes Claros. Os itens são de marcas de luxo, aparentemente originais, porém, a influencer não tem autorização dos detentores das marcas para esse tipo de comércio.

Maioria das roupas importadas por mulher eram infantis (Divulgação/Receita Federal)

Além das irregularidades fiscais, outros empresários do município vinham sendo prejudicados pelo comércio ilegal feito pela mulher. No momento da apreensão, a influencer vinha de Miami (EUA) com alguns acompanhantes.

As equipes apreenderam peças com terceiros e também na loja física da empresária. Conforme a Receita Federal, uma vez que a irregularidade for constatada, será decretado o prendimento dos produtos.

O órgão irá encaminhar uma representação fiscal para fins penais ao Ministério Público Federal por suspeita do crime de descaminho, que é a importação de produtos sem o recolhimento dos impostos devidos.

Andreza Miranda

Graduada em Jornalismo pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e repórter do BHAZ desde 2020. Participou de duas reportagens premiadas pela CDL/BH (2021 e 2022); de reportagem do projeto MonitorA, vencedor do Prêmio Cláudio Weber Abramo (2021); e de duas reportagens premiadas pelo Sebrae Minas (2021 e 2023).

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