O portal BHAZ é finalista do 13º Prêmio de Jornalismo do Sebrae na categoria áudio com dois episódios do Ariza Podcast, uma parceria com as jornalistas Ana Paula Pedrosa e Nalu Saad.
O primeiro episódio finalista foi intitulado “Equilibrando os Pratinhos”. O podcast se volta para a discussão da saúde mental da mulher empreendedora. O título reflete a percepção de diversas entrevistadas que comparam suas múltiplas tarefas à vida de um malabarista, lutando para manter todos os “pratinhos” girando.
O episódio traz uma imersão profunda na “dor silenciosa e invisível” de mulheres que precisam dar conta de tudo sem o devido suporte estatal e de órgãos de fomento ao empreendedorismo no Brasil.
A reportagem é assinada por Ana Paula Pedrosa e Nalu Saad e tem edição de áudio de Valdir Júnio.
O segundo podcast finalista é “O Mapa do Tesouro”, também assinado pelo três. Nele, em dois episódios, é revelado o cuidado de algumas empresas com a educação financeira de funcionários.
Quando se fala em benefícios que as empresas oferecem para seus funcionários, dificilmente alguém vai pensar em educação financeira. Em dois episódios da série “Mapa do Tesouro”, o Ariza Podcast vai mostrar que além de vale-refeição, plano de saúde e desconto em comércio e academia, a saúde financeira do funcionário já está incluída entre as preocupações de alguns empregadores.
BHAZ premiado
É o quarto prêmio de jornalismo que o Ariza Podcast chega à final desde o início de sua parceria com o BHAZ. No ano passado, ficou em terceiro lugar na categoria podcast do Prêmio CDL-BH de Jornalismo. Também foi finalista do Prêmio de Jornalismo do Conselho Federal de Administração. O podcast ficou em segundo lugar na categoria áudio no Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo promovido pelo Movimento de Justiça e Direitos Humanos e pela OAB/RS.
O BHAZ já foi vencedor do Prêmio Sebrae de Jornalismo por duas vezes, nos anos de 2021 e 2023.
A primeira premiada foi a reportagem “Horizontes à Vista”, que mostra um panorama do comércio de BH um ano após o início da pandemia de covid-19.
O segundo prêmio, conquistado dois anos depois, foi a reportagem intitulada “MCP: Movimento Cultural Periférico”, que mostrava a relevância de artistas vindos de bairros periféricos de BH na geração de emprego e renda em suas comunidades (clique aqui para ler a reportagem).







