A banda carioca Fino Coletivo comemora duas décadas de trajetória com um show especial no Distrital, em Belo Horizonte, neste domingo (31). Em apresentação única na cidade, o grupo sobe ao palco com nova formação e arranjos inéditos, reafirmando o espírito coletivo e a mistura de influências que marcam sua história.
A abertura da festa fica por conta da DJ Little Sil e do trio belo-horizontino Saracuteio, aquecendo o público com muito suingue e brasilidades.
Aos membros fundadores Alvinho Cabral, Dani Medeiros e Skofa 7 Flechas, juntam-se Negadeza (percussão e voz) e Zé Vito (guitarra e voz). Negadeza, uma das maiores referências do pandeiro no país, é neta de Selma do Coco e traz para o grupo a força das mulheres, do povo negro e dos ritmos populares nordestinos. Já Zé Vito, compositor e produtor, soma quatro álbuns solo e integrou projetos como a Abayomy Afrobeat Orquestra e a banda de Jards Macalé, além de parcerias com artistas como Luiz Melodia e Fafá de Belém.
Clássicos e novas versões
No show, o Fino Coletivo revisita músicas que marcaram sua trajetória em novas versões, agregando samba, MPB, funk, ritmos nordestinos, carnaval e elementos eletrônicos.
Formada em 2005 do encontro entre músicos cariocas e alagoanos, a banda lançou quatro álbuns: ‘Fino Coletivo’ (2007), premiado pela APCA e pelo Prêmio Rival Petrobras; ‘Copacabana’ (2010), eleito um dos melhores do ano pelo jornal O Globo; ‘Massagueira’ (2014) e ‘Carnaval dos Espíritos’ (2023).
Ao longo de 20 anos, o grupo já se apresentou em dezenas de países e acumula mais de 45 milhões de streams em plataformas digitais, mantendo sua proposta de reinvenção constante dentro da música popular brasileira.










