A banda Malungo se apresenta neste domingo (5), às 15h, no BarZenho, no bairro Lagoinha, na região Noroeste de Belo Horizonte. O show marca o lançamento do primeiro álbum do grupo, ‘Costura’, uma carta de amor dedicada às diferentes formas de amar: o amor-próprio, o fraternal, o romântico e o lúdico.
Formado por Flávia Ellen (voz), Léo Lana e Valéria Santos (voz e percussão) e Max Hebert (sanfona), o grupo tem como característica abranger o que traz relevante identidade à cultura musical brasileira, que é a influência africana.
“A gente tenta fazer um retrato da brasilidade a partir da nossa pluralidade musical. Tem muita percussão, viola e violão, tem louva-deus e xote, tem duas vozes principais, tem até criança e sutis efeitos eletrônicos. E tem a sanfona, que imediatamente nos remete ao sertão, à música mineira e ao forró”, disse Flávia.
No show, a banda contará com apoio de Larissa Horta (baixo) e Fernanda Régila (percussão). Os ingressos são vendidos por R$ 40 e podem ser adquiridos por meio do Sympla.
‘Promover experiência sonora’
O álbum ‘Costura’ reúne oito faixas, sendo seis autorais e duas releituras. Com produção musical de Richard Neves e arranjos assinados pela banda, por Kiko Ribeiro e pelo próprio produtor, o disco conta com as participações de Tamara Franklin, Júlia Rocha e Esther, a Malunguinha, filha de Léo Lana.
“Costura remete a se aproximar, conectar duas partes, tecer, embolar, misturar. Costura é se permitir passar por vários caminhos e escolher onde dar o ponto final, voltar, cortar, arrematar. É um infinito coser”, disse Lana.
O disco tem como objetivo, ainda segundo o músico, “promover uma experiência sonora, poética e afetiva, que dialogue com todo mundo. É dizer que aqui tem um Malungo para você, seja na alegria, nos desencontros, na festa ou na reflexão”, completou.
Sobre Malungo
Nascida em 2024, a Malungo é uma banda recente, mas formada por artistas com décadas de experiência na música. O projeto começou a partir do encontro entre Flávia Ellen e Léo Lana.
Para dar forma à proposta, a dupla convidou a percussionista Valéria Santos e o sanfoneiro Kiko Ribeiro, que integraram a primeira formação da banda até o início de 2026, quando Max Hebert, do Pisa na Fulô, assumiu a sanfona no lugar de Kiko.
A escolha do nome Malungo traduz a essência do grupo. O termo tem origem na língua bantu, mais especificamente no kikongo, idioma falado por mais de sete milhões de pessoas como língua materna e por cerca de cinco milhões como segunda língua em países africanos.











