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Copasa desmente fake news sobre consumo de água após queda de égua em adutora da Grande BH

07/05/2026 às 09h09 - Atualizado em 07/05/2026 às 11h22
A informação que a população deveria evitar o consumo de água da torneira nos próximos sete dias é falsa. (Divulgação/Copasa)

A Copasa divulgou nota, nessa quarta-feira (6), para desmentir uma fake news que circula nas redes sociais e aplicativos de mensagens sobre o consumo de água em BH e Região Metropolitana após a queda de uma égua em uma adutora do Sistema Rio das Velhas.

A imagem falsa utiliza uma versão antiga do logotipo da companhia de abastecimento e afirma que a população deve evitar o consumo de água da torneira pelos próximos sete dias, além de recomendar o uso de água mineral ou fervida. O material também cita supostos riscos à saúde, como diarreia e dores abdominais. Veja banner falso:

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Banner falso que está circulando nas redes sociais (Reprodução/redes sociais)

Segundo a Copasa, as informações são “tecnicamente incorretas” e buscam espalhar “pânico desnecessário”. A companhia afirmou que toda a água presente no trecho da adutora onde ocorreu o incidente foi integralmente descartada e não chegou aos reservatórios de distribuição.

Ainda conforme a empresa, após a retirada do animal, a tubulação passou por um processo de desinfecção química e limpeza profunda. Em seguida, foram realizados testes laboratoriais para verificar a qualidade da água distribuída em Belo Horizonte e na Grande BH.

Na nota, a Copasa afirmou que a água fornecida atende a “100% dos padrões de potabilidade exigidos pelo Ministério da Saúde” e garantiu que não há necessidade de ferver a água ou substituí-la por água mineral.

A companhia também lamentou a circulação de boatos e pediu para que a população busque informações apenas nos canais oficiais e em veículos de imprensa profissionais. Além disso, orientou que mensagens alarmistas não sejam compartilhadas para evitar a propagação de desinformação.

Veja nota da companhia na íntegra:

Nota à imprensa: Alerta de fake news

A Copasa informa que é falsa a imagem que circula em redes sociais e aplicativos de mensagens com um suposto comunicado recomendando que a população evite o consumo de água da torneira nos próximos sete dias. Trata-se de uma desinformação grosseira, que utiliza de forma indevida uma versão antiga do logotipo da companhia e informações tecnicamente incorretas para espalhar pânico desnecessário.

A companhia reitera que a segurança sanitária da população é um compromisso inegociável e garante que toda a água tratada que estava no trecho da adutora onde ocorreu o incidente foi integralmente descartada, não tendo chegado, em momento algum, aos reservatórios de distribuição. Após a retirada do animal, a tubulação passou por um rigoroso processo de desinfecção química e limpeza profunda, seguido por testes laboratoriais minuciosos que comprovam que a água distribuída em Belo Horizonte e Região Metropolitana atende a 100% dos padrões de potabilidade exigidos pelo Ministério da Saúde.

Dessa forma, a Copasa assegura que a água fornecida é potável e segura para o consumo imediato, não sendo necessária a fervura ou a substituição por água mineral. A companhia lamenta a circulação de boatos que tentam descredibilizar o trabalho técnico realizado e orienta os cidadãos a buscarem informações apenas nos canais oficiais e em veículos de imprensa profissionais. A orientação final é para que a população não compartilhe mensagens alarmistas e colabore para interromper o ciclo de desinformação. A companhia conta com o apoio dos veículos de comunicação para reforçar a veiculação de informações oficiais e corretas e para atuar no combate à propagação de fakes.

Queda de égua em adutora da Copasa

A Copasa interrompeu, nessa segunda-feira (5), o abastecimento de água em bairros de BH, Contagem, Nova Lima, Raposos, Ribeirão das Neves, Sabará, Santa Luzia e Vespasiano após uma égua cair numa adutora do Sistema Rio das Velhas.

A companhia só conseguiu encontrar o corpo do animal na manhã dessa quarta-feira (6). A empresa precisou fazer varreduras na rede de tubulações, com uso de recursos tecnológicos avançados, incluindo drones e equipamentos de inspeção robótica. Como medida de rigor e responsabilidade com a saúde pública, a Copasa descartou integralmente a água que estava no trecho afetado da tubulação.

Lavínia Fernandes

Jornalista formada pela PUC Minas. Publicou um artigo sobre alfabetização midiática pela Intercom. Foi estagiária de assessoria de comunicação na ALMG. Repórter no BHAZ desde novembro de 2024.
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