O Governo de Minas renovou, nessa quinta-feira (25), o contrato de gestão da Filarmônica de Minas Gerais com o Instituto Cultural Filarmônica, garantindo a continuidade das atividades da orquestra até 2030. A assinatura foi realizada na Sala Minas Gerais, em Belo Horizonte, firmando como um dos principais projetos culturais do país.
Coordenada pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult-MG), a renovação estabelece novas metas voltadas à ampliação do alcance social e territorial da Filarmônica. Entre as iniciativas previstas estão a criação da Orquestra Jovem, o aumento das vagas para músicos em formação, a expansão dos recitais da Academia Filarmônica e a realização de mais concertos gratuitos em cidades mineiras, fortalecendo o acesso à música de concerto em diferentes regiões do estado.
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O novo contrato também amplia os concertos especiais realizados em parceria com artistas e grupos mineiros e cria o Concurso Jovens Solistas. A iniciativa se soma a projetos já reconhecidos nacionalmente, como o Festival Tinta Fresca e o Laboratório de Regência, voltados à formação e ao incentivo de novas gerações de músicos, compositores e regentes.
Outra novidade é a expansão dos Concertos Didáticos, voltados a estudantes da rede pública de ensino e de instituições sociais. O número de apresentações passará de 10 para 15 por ano, ampliando o público atendido de 14 mil para 21 mil alunos anualmente. Com isso, cerca de 7 mil novos estudantes terão acesso a atividades de formação e aproximação com a música de concerto.
Segundo o secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira, a renovação do contrato reforça o compromisso do Governo de Minas com um dos principais ativos culturais e turísticos do estado.
“A renovação deste contrato mostra a importância que o Governo do Estado está dando a este importante ativo cultural e turístico que temos em Minas Gerais. As novas metas acordadas demonstram, também, nosso esforço para honrar a confiança que o Estado nos concede de transformar, cada vez mais, a Sala Minas Gerais e a Filarmônica de Minas Gerais em uma política de Estado”, afirmou.









