A Polícia Federal brasileira abriu, nessa terça-feira (3), a mala do fotógrafo mineiro desaparecido na França desde o dia 26 de novembro. Segundo os amigos, a bagagem não levantou indícios sobre o paradeiro de Flávio Castilho de Castro, de 36 anos.
A mala, até então, era uma esperança para a família e os amigos que estão mobilizados nas buscas. De acordo com as testemunhas, os objetos não indicavam suspeita de roubo.
Os pertences de Flávio foram abertos na embaixada do Brasil em Paris por um delegado da Polícia Federal, acompanhado por representantes consulares e amigos do brasileiro.
“O delegado da PF não tem status de polícia aqui na França. Então, vão ter que levar o celular e o computador do Flávio para serem periciados no Brasil”, comentou o professor universitário Rafael Basso, amigo do desaparecido.
Com o avanço da investigação, o nome de Flávio foi incluído na lista de desaparecidos da Interpol (Organização Internacional de Polícia Criminal).
Nesta quarta-feira (4), não houve novas informações sobre o desaparecimento. A família do fotógrafo está no Brasil. Na França, amigos e pessoas que se sensibilizaram com o caso ajudam nas buscas.
“Espero que essa pressão ajude a polícia daqui a se movimentar para ver as câmeras [de segurança]”, completa Basso.










