A coronel Cleide Barcelos dos Reis Rodrigues tomou posse, nessa terça-feira (27), como comandante-geral da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG). É a primeira vez que uma mulher assume o cargo no estado.
O anúncio da nomeação foi feito pelo Governo de Minas Gerais no último dia 19. Coronel Cleide substitui coronel Carlos Frederico, à frente da corporação desde setembro de 2024.
“A nossa tropa terá prioridade e valorização das pessoas, e proteção institucional e o fortalecimento permanente das condições de trabalho, saúde e qualidade de vida. Que este momento histórico represente a reafirmação de uma liderança que se constrói com propósito, competência, equilíbrio e compromisso com as pessoas. Seguiremos firmes, unidos pelos valores que sustentam essa corporação”, afirmou a nova comandante da Polícia Militar de Minas Gerais.
Cleide tem 48 anos, é bacharel em direito, com especializações em direito militar, gestão estratégica de pessoas e violência doméstica. Integrante da PMMG desde 1997, ela já ocupou funções operacionais, estratégicas e de gestão dentro da corporação.
Antes de assumir o comando-geral, coronel Cleide estava na Diretoria de Proteção Social da PMMG. Ao longo da carreira, também passou pela Diretoria de Comunicação Organizacional e comandou a Primeira Companhia de Polícia Militar Independente de Prevenção à Violência Doméstica e a 228ª Companhia Tático Móvel do 49º BPM. Ela ainda atuou como subchefe do Gabinete Militar do Governador (GMG).
Durante a cerimônia, a Polícia Militar de Minas Gerais classificou a posse como um “momento histórico para a Polícia Militar de Minas Gerais”.
“A assunção da Coronel Cleide Barcelos dos Reis Rodrigues ao Comando-Geral e do Coronel Sandro Vieira Corrêa à Chefia do Estado-Maior simboliza a continuidade de uma trajetória pautada pela excelência na gestão, pela liderança e pelo compromisso permanente com a segurança do povo mineiro”, afirmou a organização.
A nova comandante foi escolhida pelo governador Mateus Simões para ocupar o cargo. “Tenho orgulho de ter escolhido uma mulher para comandar a PM, em que pese a escolha ter sido por mérito exclusivamente, por capacidade de comando e condição de comandar a tropa de Tiradentes”, afirmou Simões.










