Um acidente automobilístico resultou na morte de duas pessoas na noite de domingo (13), no bairro Vergel do Lago, em Maceió. Um veículo Ford Fiesta invadiu a calçada onde duas crianças brincavam, matando o menino Marcos Antônio Silvestre dos Santos, de 2 anos, e ferindo a irmã, Laura dos Santos Macário, de 4 anos.
Tragédia no Vergel do Lago: criança morre após carro invadir calçada
A força da colisão foi tamanha que o veículo destruiu parte de uma residência vizinha ao local do atropelamento. O corpo de Marcos Antônio foi localizado sob os escombros da construção após as buscas iniciais.
Laura dos Santos foi socorrida e encaminhada ao Hospital Geral do Estado (HGE) para receber atendimento médico. A menina já recebeu alta hospitalar e retornou para casa.
Motorista é linchado e morto por populares
O condutor do veículo foi identificado como José Hilton Daltron, de 53 anos. Após a batida, ele foi retirado do carro por moradores da região e agredido com socos e pedradas.
José Hilton não resistiu aos ferimentos e morreu no local antes de receber socorro médico. A Polícia Militar encontrou ambos, a criança e o motorista, já sem vida ao chegar ao endereço.
Relato da família e circunstâncias do acidente
Tainara Michele, mãe das crianças, relatou que o filho brincava em um velocípede na calçada enquanto ela estendia a farda da filha. A família reside no imóvel há três anos e as crianças costumavam brincar na frente de casa.
O acidente ocorreu na véspera do aniversário de 24 anos de Tainara, comemorado nesta segunda-feira (14). Devido à gravidade dos ferimentos, a família informou que Marcos Antônio não será velado e será enterrado no Cemitério São José.
Investigação policial e suspeita de embriaguez
A Polícia Civil de Alagoas abriu um inquérito para apurar as causas desta notícia de acidente de carro. Uma das principais linhas de investigação é a suspeita de que José Hilton estivesse embriagado no momento da condução.
Testemunhas afirmaram que o veículo trafegava em alta velocidade pela Avenida Senador Rui Palmeira. Moradores locais criticam a falta de sinalização e de redutores de velocidade, como sonorizadores e semáforos, no trecho onde ocorreu a tragédia.

















