“E pra curar doeu, e o antídoto pra isso foi fazer um som. Toda favela sorriu, no rap bom, no rap bom”. A parceria entre Djonga e FBC vai tomar conta do palco do Sensacional! 2026, marcado para 7 e 8 de agosto, no Parque Ecológico da Pampulha, em BH. As novas atrações foram anunciadas nesta terça-feira (17), nas redes sociais do festival.
De acordo com a organização, Djonga e FBC vão mostrar a força do rap mineiro no Sensacional!, “juntos num show onde a cena de BH vai fazer história mais uma vez. E você, vai segurar esse peso?”, destacou a legenda da publicação.
Em 2025, o rapper belo-horizontino Djonga recebeu indicações de Melhor Álbum de Rock ou de Música Alternativa em Língua Portuguesa no Grammy Latino, com o disco “Quanto mais eu como, mais fome eu sinto!”. Além disso, o artista concorreu na categoria Melhor Interpretação Urbana em Língua Portuguesa com a faixa “Demoro a Dormir”, em parceria com Milton Nascimento.
Já o último trabalho de Fabrício Soares Teixeira, mais conhecido como FBC, foi reconhecido pela Rolling Stone Brasil como um dos melhores de 2025. Segundo a revista, o disco “Assaltos e Batidas” ocupou a 20ª posição da lista, dividindo o ranking com outros artistas mineiros, como Marina Sena, Djonga e a banda Lagum. Até o momento, o álbum já acumula mais de 10 milhões de plays somente no Spotify.
Festival Sensacional!
Após comemorar 15 anos de história em 2025, o Sensacional! inicia um novo ciclo mantendo o formato já consolidado: Noite de Abertura na sexta-feira e um sábado inteiro dedicado aos shows. Nesse sentido, a proposta da edição é reunir artistas que dialogam com diferentes gerações da música brasileira, equilibrando nomes consagrados e representantes da cena contemporânea.
No sábado, Pabllo Vittar e Gaby Amarantos representam o novo pop tropical brasileiro, transitando por ritmos como tecnobrega, forró, arrocha e funk. Já o Gilsons, formado por Francisco, João e José Gil, aposta na fusão entre pop, MPB e sonoridades afro-brasileiras. Além disso, Edson Gomes leva ao palco sua trajetória histórica no reggae nacional, marcada por letras de forte cunho social e político.













