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Filho é condenado a 37 anos de prisão por matar a mãe com golpes de facão enquanto ela estava deitada

10/05/2022 às 15h30
filho mata mãe
De acordo com a 11ª Promotoria de Justiça de Ipatinga, essa é a maior pena registrada em um crime único no Tribunal do Júri em Minas Gerais (Yuran Khan/BHAZ)

Um homem de Santana do Paraíso, na região do Vale do Aço, foi condenado a 37 anos de prisão por matar a própria mãe, 78, enquanto ela estava deitada na cama. Segundo o MPMG (Ministério Público de Minas Gerais), autor da denúncia contra o homem, o filho teria se desentendido com a idosa e a surpreendido com golpes de facão, em julho do ano passado.

Depois de cometer o crime, ele teria cavado uma cova no quintal de casa e enterrado o corpo da mãe. Após ocultar o cadáver, o homem limpou o sangue e fugiu. De acordo com a 11ª Promotoria de Justiça de Ipatinga, essa é a maior pena registrada em um crime único no Tribunal do Júri em Minas Gerais.

O que provocou o desentendimento entre eles, segundo as investigações, é que o filho queria se mudar de casa, mas dependia financeiramente da mãe para isso. Por esse motivo, o MPMG considerou que o crime foi praticado por motivo torpe, além de dificultar a defesa da vítima.

Réu não terá direito de recorrer

Devido a brutalidade do crime, o homem foi condenado por homicídio com quatro qualificadoras. A pena também foi agravada pelo assassinato ter sido cometido contra a própria mãe.

Também ficou comprovado que o autor alterou a cena do crime. Diante da decisão, a prisão do homem foi mantida e ele não terá direito de recorrer em liberdade.

Editado por: Roberth R Costa

Larissa Reis

Graduada em jornalismo pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e repórter do BHAZ desde 2021. Vencedora do 13° Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão, idealizado pelo Instituto Vladimir Herzog. Também participou de reportagem premiada pela CDL/BH em 2022.
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Email: [email protected]

Graduada em jornalismo pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e repórter do BHAZ desde 2021. Vencedora do 13° Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão, idealizado pelo Instituto Vladimir Herzog. Também participou de reportagem premiada pela CDL/BH em 2022.
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