O DJ Ivis, que foi indiciado e passou três meses preso após espancar a ex-esposa, resolveu adiar o lançamento de seu disco, previsto para o fim de dezembro. De acordo com o jornal O Globo, o anúncio foi feito nas redes sociais nesta terça-feira (11), mas os vídeos não estão mais disponíveis na página do artista.
O adiamento veio durante uma tentativa de retomada da carreira, após o país inteiro assistir a vídeos do DJ agredindo brutalmente a arquiteta Pamella Holanda, na frente da filha do casal. O artista voltou às redes sociais em novembro do ano passado, mas ainda enfrenta represálias pelos crimes cometidos.
No mês seguinte, DJ Ivis foi convidado a subir ao palco de um show em São Bernardo do Campo, em São Paulo, mas acabou sendo vaiado pela plateia do evento “Noite do Piseiro” e precisou deixar o local (relembre aqui).
Disco adiado
Depois de receber a represália ao vivo, o artista agora resolveu adiar o lançamento de um disco que, segundo ele, terá várias participações de cantores desconhecidos do grande público.
“Estou focando em outras coisas. Tento fazer as coisas no seu tempo mais certo para não ter tantas agonias e vexames”, explicou DJ Ivis ao anunciar o adiamento do álbum, ainda segundo o jornal O Globo.
Agressões
Os vídeos publicados no Instagram pela ex-esposa do DJ Ivis, Pamella Gomes de Holanda, no dia 11 de julho de 2021, mostram DJ Ivis a agredindo com socos, chutes e tapas em diferentes ocasiões.
Os registros teriam sido feitos na residência do então casal. Iverson de Souza Araújo confessou as agressões, mas, na ocasião, alegou ser vítima de chantagem.
Os vídeos deixam explícito que DJ Ivis a agrediu mesmo quando a mulher estava cuidando da filha dos dois, a pequena Mel, com 9 meses na época.
Ele foi preso ainda em julho e foi indiciado por lesão corporal, injúria e ameaça, no âmbito da violência doméstica. Os crimes têm penas que variam de três meses a um ano de detenção, mas, em outubro, ele foi solto após argumentar que não foi indiciado por tentativa de homicídio e que os delitos pelos quais responde resultam em pena de detenção, e não de reclusão.










