A universitária Isabelle Caracristi, de 22 anos, foi encontrada morta no pátio de um condomínio na Aldeota, em Fortaleza, na noite do último domingo (13). A família só descobriu a tragédia na manhã seguinte, quando a mãe da jovem foi ao prédio após estranhar a falta de contato.
Morte de Isabelle Caracristi em Fortaleza
A estudante de direito cursava o segundo semestre da faculdade e morava recentemente com o namorado. A mãe da vítima, professora Isorlanda Caracristi, denunciou o crime nas redes sociais com um relato desesperado.
Isorlanda soube da morte da filha através da síndica do prédio, que confirmou que o corpo foi localizado no pátio. A administração do condomínio alegou que não informou a família anteriormente por não possuir os contatos necessários.
Desaparecimento do namorado e bloqueio da família
O namorado da vítima, um homem de 33 anos, desapareceu logo após o ocorrido. Antes de sumir, ele bloqueou a mãe e o irmão de Isabelle em todas as redes sociais.
A situação piorou na sexta-feira (18), quando a família percebeu que o perfil do homem no Instagram nem sequer existia mais. Nenhum membro da família do namorado entrou em contato para prestar pêsames durante o velório.
Relacionamento e dinâmica profissional
Isabelle conheceu o companheiro em um escritório de advocacia onde trabalhava como estagiária.
A relação evoluiu rápido demais, com a jovem passando a morar com ele e a mãe do rapaz em julho. Após a repercussão da morte da estudante encontrada morta, a família recebeu relatos de que o bacharel teria praticado assédios sexuais contra outras estagiárias.
Investigação e causa da morte
O caso está sob investigação da 2ª Delegacia de Polícia Civil da Capital. A Polícia Militar e a Perícia Forense (Pefoce) foram acionadas para o local no momento da descoberta do corpo.
Até o momento, a causa exata da morte permanece um mistério. A família foi informada que o laudo cadavérico definitivo poderá levar até 30 dias para ser emitido.

















